Resenha: O Dobro ou nada - K. Patterson


Mary, Mary

"Ela coloca os dedos em meus lábios. Novas lágrimas vêm ao seu rosto e é quase que insuportável para mim vê-la chorar, mesmo que esteja revelando algo incrível. "

 "— Meu pior inimigo agora é você, Mary — afirmo aproximando nossos rostos — Você agora tem o meu coração."

Dylan Cooper, CEO

"Este andar pertence a Horking, minha empresa de investimentos. Sob meu punho, mais de cinquenta pessoas que
cuidam do dinheiro de outras pessoas para que eu possa ter mais dinheiro. A verdade é dolorosa, mas é essa."

"Não que isso seja um hobby, é uma maldição, as cores têm que combinar com os objetos e tudo precisa estar impreterivelmente limpo, como um centro cirúrgico."

"— Desde quando isso é um problema para você? — isso só prova que você não me conhece o suficiente para saber que por mais que eu tenha me tornado frio, isso foi o resultado de uma série de fatores, mas não faz parte da minha característica natural. O grande problema de algumas transformações é que elas se fundem e, em algum momento, eu sei que não vou me lembrar mais que aqui dentro eu ainda tenho um coração."

Enzo Sartori, Mafioso

"Os Sartori são silenciosos com um crocodilo. Astutos como uma raposa. Inteligentes como um corvo. E ferozes como um ratel. Somos implacáveis, cruéis e não damos uma segunda chance, nunca."

"— Pensei que um Sartori nunca dava uma segunda chance — ela me provoca quando deitamos no sofá. 
— Mas você quebrou todas as regras desde o início."


Sabe aqueles desenhos que tem um diabinho e um anjinho falando com a pessoa? E ela não sabe a quem dar ouvidos? Pois essa é a situação de Mary... De um lado Dylan, a personificação do príncipe encantado tão sonhado e pelo outro o Enzo o vilão, mafioso mas nem por isso menos fascinante. Cada um tem seu encanto e seu defeito.

Mas como esses dois homens que oferecem coisas diferentes são opostos, Mary também tem seus dois lados, e cada lado seu encanta um homem diferente.

Cada moeda tem seus dois lados o bem e o mal... Mas nem todo bem é de todo bom e nem todo mal é totalmente mal, Enzo ou Dylan dois homens marcantes, que irão achar o que não estão procurando.

Cada moeda tem seus dois lados o meigo e romântico e o petulante e cínico. Qual representa a verdadeira Mary?

Façam suas apostas...

Eu apostei e errei, errei feio e isso foi o maravilhoso nesse livro, o surpreendente no clichê, um CEO amargurado que não se envolve, um mafioso que só quer aproveitar a vida, sem envolvimentos, uma mulher que perdeu tudo e vai para cidade grande tentar melhorar de vida. Até aí tudo igual, clichê, mas a partir daí a história te surpreende com uma reviravolta, segredos e revelações que te deixam embasbacada.

Gostei muito da escrita da autora, fluida e direta, mas só aconselho para quem gosta de romance hot, pois tem umas cenas bem quentes e pelo Enzo ser um mafioso tem algumas cenas de violência, mas nada muito exagerado. Não tem um triangulo amoroso e nem traição, isso é só o que posso dizer sobre a história, para não prejudicar as surpresas que encontramos em cada página dessa história.

*Textos em negrito e itálico formam retirados do livro.


O dobro ou nada 

Sinopse:
Como investidor, lido com milhões de dólares o tempo todo e estou cercado de pessoas da alta
roda, e, por isso, aprendi a reconhecer uma mulher interesseira. Mas eu não estava preparado
para ela.
Com seu jeito meigo e romântico, ela cativou a minha atenção, e nunca tirou vantagem de minha
vida de luxo, o meu sol.
Quero colocá-la na garupa de minha moto e sair por aí, sem rumo.
Eu vou conquistá-la. Eu a quero para mim.
Ou não me chamo Dylan Cooper.

Minha vida é cercada de perigo. Sou casado com a ‘famiglia’ e meu trabalho é uma amante
exigente. Não tenho tempo e nem interesse num relacionamento. Até ela aparecer em meu clube.
Com seu jeito petulante e cínico, ela esnobou quem eu era porque sabia que isso chamaria a
minha atenção, a cadela.
Quero fazê-la gritar de tanto prazer.
Eu vou domá-la. Eu a quero para mim.
Ou não me chamo Enzo Sartori.

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